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O voo estava previsto inicialmente para o início de fevereiro, mas teve que ser adiado por quase três meses. O anúncio oficial da nova data foi feito em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (16).
A missão levará pouco mais de 500 kg de carga, mas nada que seja essencial aos astronautas que estão na ISS. O objetivo é testar uma série de funções ligadas à capacidade de acoplagem, desde a situação dos sensores até a capacidade de abortar a missão em segurança.
Se tudo der certo e a Dragon passar com sucesso pelos testes, ela se acoplará à ISS, com ajuda dos astronautas que lá estão. Ao fim da missão, que deve durar três semanas, os astronautas soltarão a nave de volta para o pouso na Terra. Ao contrário das outras naves de carga disponíveis, a Dragon pode levar carga de volta para o planeta.
Em julho de 2011, a Nasa aposentou seus ônibus espaciais e não tem mais nenhuma nave disponível para fazer suas viagens. Desde então, os EUA dependem das naves russas para o transporte de astronautas e de carga. Os voos comerciais representam uma alternativa a esta dependência, enquanto a Nasa não desenvolve suas novas naves.

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